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domingo, 30 de dezembro de 2012

Cain Velasquez destrói o Cigano...

Cigano é dominado por Velasquez, sofre primeira derrota no UFC e perde o cinturão

Getty
Sem defesa no chão, Cigano sofre com os golpes poderosos de Velasquez, que vence e recupera o cinturão dos pesados
Sem defesa no chão, Cigano sofreu com os golpes poderosos de Velasquez, que recuperou o cinturão dos pesados
O brasileiro Junior Cigano dos Santos caiu. Uma, duas, três, dez vezes. Foi dominado por cinco rounds pelo norte-americano Cain Velasquez e, após 25 minutos de tortura, perdeu o cinturão dos pesos pesados do UFC, na madrugada deste domingo, em Las Vegas, no UFC 155.

A derrota foi a primeira do brasileiro no UFC e apenas a segunda de sua carreira como lutador de MMA. Velasquez só havia perdido uma vez, justamente para Cigano, em novembro de 2011.
Disposto a se vingar daquela derrota, o desafiante começou o combate tentando Cigano. Andando sempre para frente, o norte-americano buscou por repetidas vezes um takedown que levasse o brasileiro ao chão.

Getty
Velasquez castigou Cigano por cinco rounds e recuperou o cinturão
Velasquez castigou Cigano por cinco rounds
Mas foi com uma bela direita, a 1min30s, que Velasquez conseguiu ser contundente. Cigano foi ao chão e passou a ser atingido repetidas vezes – o árbitro Herb Dean chegou perto e até ameaçou interromper a luta, mas o combate seguiu.

O massacre de Velasquez continuou durante todo o minuto final do primeiro round. Cigano limitou-se a defender, deixando o tempo passar para sobreviver até o fim do assalto, que terminou com ampla vantagem do desafiante.

O domínio de Velasquez continuou no segundo round, embora a intensidade fosse menor. O norte-americano conseguiu por repetidas vezes derrubar o brasileiro, que não mostrava qualquer reação. O boxe, grande característica de ataque do campeão, pouco servia. Velasquez fazia o que queria com a luta, impondo a Cigano condições inéditas para ele no UFC: o brasileiro ficou sob pressão, foi golpeado de cima para baixo e quase acabou finalizado em uma chave de braço.

O terceiro round teve, mais uma vez, domínio do desafiante. Cigano, já cansado, não conseguia atingir o adversário. Desta vez, contudo, Velasquez já não conseguia ter a mesma postura de massacrar o brasileiro, pois também demonstrou sinais de cansaço. Com a vantagem nos pontos, o norte-americano passou a travar a luta, esperando o tempo passar e desgastando ainda mais o brasileiro.

A reação que poderia recolocar Cigano na luta, no quarto round, não aconteceu. O brasileiro ficava com a guarda baixa, em nenhum momento tentava bloquear os golpes de Velasquez e continuava sendo presa fácil para o norte-americano. Em uma das sequências do desafiante, o brasileiro chegou a dar as costas, fugindo do combate. Mais um round de Velasquez, e Cigano passou a precisar de um milagre para virar o jogo.

O milagre de que Cigano precisava não aconteceu no último round. O brasileiro foi novamente dominado. Velasquez recuperou o cinturão com uma grande exibição, talvez a melhor de sua carreira. E Cigano conheceu sua primeira derrota no UFC. A derrota que lhe tirou o cinturão




UFC 155 - Junior Cigano perde por nocaute para Cain Velasquez 30.12.12

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Os neonazistas Punks e Skinheads.........

 


Símbolo que pode ser considerado como o logotipo do nazismo e que ainda é usado pelos neonazistas.
O nazismo é uma ideologia política racista que emergiu nos anos 20, cujo mentor foi Adolf Hitler. Já o neonazismo é o resgate do nazismo para a atualidade. De acordo com seus integrantes, existe apenas uma raça soberana: a “raça pura ariana”. A partir desse pressuposto, eles são extremamente racistas. De maneira específica, os principais alvos de discriminação são: comunistas, judeus, índios, negros e homossexuais.

Os neonazistas não se intitulam racistas, mesmo tendo práticas correspondentes à ideologia do racismo. Esse movimento realiza debates e reuniões para expor o ideal nazista, e, principalmente, recrutar novos jovens para compor o grupo.


O movimento neonazista tem se dispersado pelo mundo, especialmente nos Estados Unidos, onde minorias culturais como latinos não brancos e afro-americanos são julgados como os causadores de problemas sociais (criminalidade, aumento do desemprego, entre outros). Então, muitos jovens brancos norte-americanos são vulneráveis e fáceis de serem manipulados.


Existem diversos grupos de ideais racistas, alguns ligados ao neonazismo, outros não. Por exemplo: o White Power é um movimento composto por jovens que têm como causa a defesa do orgulho branco. O Ku Klux Klan é um grupo racista formado por protestantes. O Skinhead nazista corresponde a um grupo que integra o movimento Skinhead, como uma espécie de ramificação. E por fim, o Stormfront, grupo constituído por ativistas pró-brancos que possuem aversão a outras raças.


Apesar de receber o nome de neonazistas (neo: novo, nazista novo), esse movimento não tem nada de novo, uma vez que após a Segunda Guerra Mundial o grupo continuou atuando de maneira clandestina na Alemanha.


Alguns neonazistas começaram a integrar torcidas organizadas de futebol com o objetivo de propagar o ódio racial, passando a praticar atos preconceituosos, como ofensas e agressões a jogadores e torcedores negros.


A camada social que levantou o movimento neonazista é constituída, muitas vezes, por jovens que se encontram sem perspectivas, como os desempregados. Então, é disseminada a ideia de que essas circunstâncias são decorrentes dos imigrantes (negros, latinos, turcos, poloneses etc.). Tal fato não condiz com a realidade, pois os imigrantes realizam trabalhos excluídos pelos nativos, como limpar vidros, lavar carros, construção civil, lavar pratos, entre outras atividades que rendem baixos salários.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

 

White Power no Brasil...



Exclusivo Líder de grupo de skinheads fala sobre o movimento Documento Especial: A cultura do ódio (parte 3 de 3)  
Resistência Nacionalista Contra a marcha da Maconha!  
Ação direta da R.N contra a marcha da maconha, confrontamos mais de 200 indivíduos favoráveis ao uso e venda da Droga sem baixar a cabeça, frente a frente falamos na cara dos organizadores o que pensamos!

 Carecas e nacionalistas unidos. ativismo 7 de setembro  
Front Skinhead
  
Quem são e como agem os skinheads
   
Punks e Skinheads - Duas Grandes Tribos Urbanas
  
Programa "Aconteceu" exibido pela RedeTV em 13 de outubro de 2011. Programa explicando sobre o que são punks, skinheads e nazista na atualidade após mais uma série de brigas e assassinatos entre essas tribos urbanas. Fatos esses ocorridos na cidade de São Paulo (Brasil). 

 Renner apoiando o movimento White Power?


Hoje cedo essa imagem acima apareceu no twitpic do Sergio Martorelli e precisei da confirmação de um amigo para descobrir que esse logo do no peito não é nada mais nada menos do que da banda Skrewdriver. Esse tipo de música não é a minha praia mas já conhecia o Skrewdriver por toda a sua influência nada positiva nos movimentos White Power aqui de São Paulo.


Algumas coisas aqui são meio fora da ordem. Primeiro que as Lojas Renner colocaram esse moleton a venda sem nunca perceberem o que que aquele logo representa. Segundo, o designer que criou essa estampa sabia ou não sabia do seu significado. Terceiro, esse mesmo designer ainda copiou, sem um pingo de vergonha na cara, o logo de uma banda White Power? Poxa, plágio de banda white power é difícil de engolir.
Hoje a tarde eu preciso dar uma passada no banco que tem dentro do shopping e vamos ver se consigo encontrar esse moleton nas Lojas Renner do Bourbon Pompéia. Se tiver por lá, edito o post na sequência.

Fonte:

Imagens de movimento white power

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Marcelo Faria pagará R$ 19 mil a segurança

Agredido, diz jornal
http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20120803094614.jpg
Marcelo Faria, que foi acusado de agredir o segurança Fabrício Lopes, vai pagar R$ 19 mil de idenização ao rapaz, dividido duas vezes. A informação é do jornal "Extra" desta sexta-feira (3).

Fabrício chegou a levar seis pontos na testa após ter levado uma garrafada do ator.


O acordo foi realizado para que o segurança não entrasse com uma ação judicial contra Marcelo Faria.
Inicialmente, o segurança pediu R$ 20 mil e o ator queria pagar R$ 15 mil. O advogado da vítima não aprovou o acordo, porque acredita que seu cliente ganharia mais se processasse o artista.

   http://natelinha.uol.com.br/index.php


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